
Crédito: American Psychological Association. -
Dr. Emily Kline diz que os pais devem desencorajar essas cinco coisas em particular?.
VEJA ABAIXO A MATÉRIA ORIGINAL TRANSCRITA EM PORTUGUÊS:
As crianças estão nas redes sociais dia e noite ? com mais de um terço usando-as ?quase constantemente? ? apesar das grandes preocupações sobre seu impacto na saúde mental, de acordo com um novo relatório.
Em 23 de maio, o Gabinete do Cirurgião Geral divulgou um relatório de 25 páginas intitulado "Mídia social e saúde mental dos jovens", afirmando que até 95% das crianças de 13 a 17 anos usam mídias sociais. E apesar de 13 anos ser o requisito de idade mínima para ingressar (graças à Lei de Proteção e Privacidade Online das Crianças), quase 40% das crianças entre 8 e 12 anos também estão nas mídias sociais.
Ainda assim, não há evidências suficientes de que a mídia social seja "suficientemente segura" para crianças e adolescentes, afirma. O relatório observa que os possíveis riscos incluem depressão e ansiedade, menor qualidade do sono e alimentação desordenada. A mídia social também pode afetar o desenvolvimento do cérebro durante a adolescência, diz ele, quando as crianças formam suas identidades e são especialmente vulneráveis ??à pressão dos colegas.
Mas as crianças podem praticar hábitos de mídia social mais saudáveis, diz Emily Kline, psicóloga clínica de Boston, quando os pais desencorajam esses cinco hábitos.
# 1- NUNCA MANTENHA OS PERFIS DE MÍDIA SOCIAL PÚBLICOS
"Muitas crianças que crescem com a mídia social têm milhares de seguidores quando se formam no ensino médio", disse Kline, autor de "The School of Hard Talks: How to Have Real Conversas with Your (Almost Grown) Kids" .
As contas privadas geralmente iniciam um processo de aprovação para acessar as fotos de seu filho adolescente ou para enviar pedidos de amizade ou mensagens. Com uma conta segura, diz ela, os adolescentes podem se perguntar: "Eu conheço e gosto dessa pessoa?"
"Se seu filho adolescente mostrar resistência em tornar suas contas privadas, você pode perguntar: 'O que não estou entendendo sobre como você deseja usar esta plataforma que prefere que seja pública?'", sugere Kline. ?As crianças tendem a pensar em privacidade em relação aos pais ou professores, mas a fama na internet pode ser atraente para alguns.?
Kline recomenda que os adolescentes não compartilhem nomes completos ou aniversários nas mídias sociais, em vez disso, usem um pseudônimo bonito.
"Pode ser uma tarefa criativa pensar em como as crianças podem se apresentar online", aponta ela.
# 2 - NUNCA PUBLIQUE CONTEÚDO PREJUDICIAL OU EMBARAÇOSO
Postar capturas de tela de conversas privadas ou fotos ou vídeos embaraçosos de outra pessoa pode se transformar em cyberbullying.
"Antecipe-se perguntando ao adolescente por que ele acha que isso acontece ou como se sentiria ao receber", diz Kline. "Pergunte se seu filho já viu algo assim ou se ficaria tentado a fazer isso com outra pessoa."
Criar esse sentimento de empatia com antecedência pode impedir que seu filho participe de comportamentos nocivos.
# 3 - NUNCA TRATE A MÍDIA SOCIAL COMO UM ESPAÇO 'SOMENTE PARA CRIANÇAS'
Se você é amigo de seu filho adolescente nas mídias sociais, pode entender melhor seus hábitos. De qualquer forma, é uma boa ideia dar uma olhada no feed do seu filho de vez em quando.
"Os pais podem querer sentar-se ocasionalmente com seus filhos adolescentes enquanto eles rolam, a fim de observar o que está surgindo em seu feed", diz Kline. "Se você vê muito conteúdo sobre dieta ou vídeos que parecem maldosos, por exemplo, há uma indicação clara de que talvez essas contas devam ser bloqueadas."
# 4 - NUNCA PENSE QUE TUDO DEVE SER REGISTRADO
Nem mesmo as melhores partes da vida precisam ser registradas ou compartilhadas.
-* Veja abaixo o link onde é possível acessar o texto completo:
American Psychological Association:
Regra de proteção de privacidade on-line infantil ("COPPA"):
https://www.ftc.gov/legal-library/browse/rules/childrens-online-privacy-protection-rule-coppa
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